Se meus instintos pudessem falar
Gritariam, agora com dor,
Sobre a inquietude que há em mim
Um sentimento desconfortável se alastra
E a dor que me toma
Me faz querer gritar
Mas o temor leva-me a calar
Busco soluções
No abrigo dos teus braços
Espero uma palavra...
Outra vez o silêncio domina
A minha figura
Receia a tua refutação
E no pavor de ouvir-te a me negar
Discuto um discurso
Que te possa intervir
Enquanto canto teu enquanto
Que insiste em me dominar.
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