"Finjo, por assim dizer
E omito, para proteger
A indiferença em te ver partir
Diante de ti
Reinvento o amor
E largo ao vento
Os falsos desejos
Criando um sofrimento
Uma tola dor irreal
Caio e me arrasto
Mentindo até para mim
E negando a frieza real
Por uma necessidade piegas de sentir
Outra vez ponho-me a mentir"
sábado, 12 de março de 2011
Admito...
"O mundo mudou seus ângulos
Não se pode distinguir
Mas é fácil perceber
O quanto se modificou
A levianidade das coisas
O ar, o sol, a temperatura...
Tudo está em harmonia
Os passos na calçada
Os sons das buzinas
Diálogos que cruzam-se
Nada perturba
Na realeza do amor
Na maneira como ele toca
Na forma com que toma
O mundo procura agora
No limite da loucura
O amor que ele dá
Na confusão de cada sermão
Que já evito escutar
Imponho-me decidida:
És exatamente o que vim buscar."
Não se pode distinguir
Mas é fácil perceber
O quanto se modificou
A levianidade das coisas
O ar, o sol, a temperatura...
Tudo está em harmonia
Os passos na calçada
Os sons das buzinas
Diálogos que cruzam-se
Nada perturba
Na realeza do amor
Na maneira como ele toca
Na forma com que toma
O mundo procura agora
No limite da loucura
O amor que ele dá
Na confusão de cada sermão
Que já evito escutar
Imponho-me decidida:
És exatamente o que vim buscar."
Tambores
"Todos os dias
O silêncio grita
A dor oprimida
Da partida fatídica
Jamais esquecida
E ecoa gritante
Em um tom desvairante
Um sofrimento em mim
E no fundo me fala
Que espera o seu fim."
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